Não é uma prova e nem precisa estar tudo decidido. Respondam o que já fizer sentido; quase todo o resto pode ficar para depois. No final, vocês geram um PDF bonito com as respostas para enviar por WhatsApp.
O convite começa por quem está vivendo essa história. Só os nomes são essenciais aqui.
Começamos pelo que importa: vocês. O resto pode amadurecer junto com o casamento.
Como o local ainda pode estar em aberto, primeiro perguntamos apenas em que ponto vocês estão. Nenhum endereço é obrigatório.
O local pode ficar em branco. Saber que ainda não foi decidido também é uma resposta útil.
Essas pessoas já foram escolhidas. Aqui queremos entender o lugar que elas ocupam — sem transformar afeto em formulário.
Aqui mora o coração do convite. Não procurem a frase perfeita; procurem a frase de vocês.
Agora chegamos à matéria-prima do texto. Uma resposta essencial; o restante só se vocês quiserem aprofundar.
Agora o convite já tem voz. O design vem depois; a verdade da mensagem vem daqui.
Dress code precisa ser claro, mas não precisa ser frio. Primeiro, digam apenas o que já está decidido.
Se nada estiver decidido, está tudo certo. “Ainda não” impede que o formulário cobre detalhes antes da hora.
Só logística útil. Tudo opcional — preencham apenas o que já for concreto.
Informação prática só entra no convite quando ajuda. O que ainda não existe não precisa ser inventado.
Última parte. Aqui entram referências, fé, músicas, pequenas memórias — ou nada disso, se não fizer parte de vocês.
Pronto. Agora existe material suficiente para criar algo que pareça de vocês — e não um modelo preenchido.
Confiram o resumo abaixo. O PDF inclui apenas o que foi respondido — campos em branco não aparecem.
As respostas ficam armazenadas somente neste navegador, via armazenamento local, até vocês apagarem ou limparem os dados do site. Nenhuma resposta é enviada para um servidor por este formulário. Em celulares compatíveis, “Compartilhar PDF” abre o menu nativo de compartilhamento; basta escolher o WhatsApp.